sexta-feira, 26 de novembro de 2010

Sê um JOVEM activo

DiVERte-Te CaNTa DaNçA
Ri-te mesmo que mais ninguém se ria
DeFENde aS TuAs CONviCÇõES InTerVEM
DeSENha pINta Faz de PoetA E eMociONA
Olha a sociedade à tua volta e diz o que vês
ViAJa Pelo MUNDO Ou EntÃo PelA Mente
PartilHA Experiência REais OU ImaGInáriAS
Divulga a cultura e sugere actividades
FAla De Um LiVRO Ou FilmE SenTe FaZ VIVe
EXPRESSA-TE SEM MEDO e escreve porque sim


UMa MenSaGem De ANdré LaceRDA

quinta-feira, 25 de novembro de 2010

“GREVE” PARA QUE SERVES?


"Não me alegras, mas conquistas..."

Esta frase que ouvi durante o dia de ontem, foi provavelmente a que mais se encaixou nesta “Greve”.

Não nego o direito a Greve, e acho que se deve lutar por aquilo que acreditamos, mas temos de ter em atenção, os momentos em que se fazem as greves e os motivos e acima de tudo aqueles que as lideram.

Nesta Greve quem esteve mais presente em todo o processo, fora a UGT e a CGTP? A classe portuguesa que mais benefícios têm os “funcionários públicos ”. É irónico que quem lidera é quem mais beneficia e mais protegido está. Como li num artigo, quando um funcionário de uma empresa é despedido vai para o fundo de desemprego, e tem de procurar novo emprego, no caso dos “funcionários públicos”, vão para o desemprego? Nada disso, vão para o quadro de mobilidade.

Apesar de não serem necessários a “máquina”, não são dispensados. Porque têm uma membrana protectora? Temos um país de filhos e enteados?

Os sindicatos como a GCTP e a UGT, são outro dos problemas deste país, são forças de bloqueio a modernização do país, das leis laborais, e do aumento de produtividade que tanta falta faz a este país. Como alguém disse “A UGT e a CGTP são fábricas de desemprego.”. A lei laboral tem que proteger o emprego, a produtividade, a criação de novas impressas, e defender os trabalhadores, e não defendes sempre os mesmos interesses.

As “Greves” devem servir para alterar o que está mal, e para proteger os nossos direitos e nunca o contrário.

Mas porque não fazer uma greve contra, os direitos “manhosos”, que a função pública detém, e contra aqueles que dentro na mesma são um encosto e um peso para a Nação, que nada fazem e que nada produzem, e apenas lutam por manter a barriga gorda de anos e anos de “trabalho” em favor de si próprios.

Uma “Greve” contra os poderes instalados destes sindicatos ultrapassados e se cada vez mais estão ligados a lobby, e minorias radicais que nada querem em favor do Povo português mais sim dos seus interesses.

Como disse no inicio, está greve não me alegra, mas conquista, pois mostrou-me o que mudar e quem são os alvos a abater. Porque esta greve e os prejuízos que ela causou, alguém os vai ter de pagar e “estes” são a minha geração e as futuras gerações.

quarta-feira, 24 de novembro de 2010

Não há almoços grátis

Em economia costuma-se dizer que não há almoços grátis. Há almoços que nos saem grátis a nós, mas alguém os tem de pagar, a bem ou a mal. Hoje dia 4, dia da greve geral, aconteceu a mesma coisa. Enquanto uns tentam ter mais uns almoços grátis, sou eu e a minha geração à rasca, quem os vai ter que pagar

segunda-feira, 22 de novembro de 2010

Banco Alimentar: Campanha de Recolha de Alimentos

O Banco Alimentar contra a Fome iniciará a próxima Campanha de Recolha de Alimentos em supermercados e superfícies comerciais nos dias 27 e 28 de Novembro de 2010 no distrito de Viseu.
Decorrerá, em simultâneo, a Campanha “Ajuda Vale”, que permite a recolha de alimentos sob a forma de vales que representam produtos básicos à alimentação e que se prolongará até dia 5 de Dezembro.

Para seres voluntário, clica aqui.
Para fazeres um donativo, clica aqui.

Mais informações:
Tel: 232 470 290




Alimenta esta ideia! Participa!

domingo, 21 de novembro de 2010

Conhecimento

"Conhecimento é o ato ou efeito de abstrair ideia ou noção de alguma coisa, como por exemplo: conhecimento das leis; conhecimento de um fato (obter informação); conhecimento de um documento; termo de recibo ou nota em que se declara o aceite de um produto ou serviço; saber, instrução ou cabedal científico (homem com grande conhecimento).

O tema "conhecimento" inclui, mas não está limitado a, descrições, hipóteses, conceitos, teorias, princípios e procedimentos que são ou úteis ou verdadeiros. O estudo do conhecimento é a gnoseologia. Hoje existem vários conceitos para esta palavra e é de ampla compreensão que conhecimento é aquilo que se sabe de algo ou alguém. Isso em um conceito menos específico. Contudo, para falar deste tema é indispensável abordar dado e informação."

In Wikipédia


sexta-feira, 19 de novembro de 2010

Vamos ser todos Bufos.


Estava eu aqui nas limpezas,… Limpezas mesmo, de pano e aspirador…

Pensava eu num artigo que li num blog, de seu nome “Altauniversitaria ”, dá autoria de Pedro Baldaia, e em seguida vi os 60 autocarros que a associação de Estudantes de Coimbra levou para Lisboa, e pensei “Onde anda a crise para aqueles lados?”, eu não estou contra, muito pelo contrário acho que os estudantes devem lutar pelos seus direitos.

E meus senhores e minhas senhoras, apareceu uma luz na minha mente, e perguntam vocês qual? Meus caros estudantes, vamos ser todos Bufos, daquelas pessoas mesquinhas, ordinárias, que têm bolsa sem terem direito. Aqueles que vão para a faculdade de BMW, Mercedes e afins, aqueles que vestem melhor do que qualquer um, e daqueles que têm alguma coisita, e não têm direito a nada. Aqueles que ocupam camas das residências, sem terem direito.

Mas isto sou só eu a pensar alto, não sei se terei razão. Mas se acham que tenho, VAMOS TODOS SER BUFOS, VAMOS TODOS ACUSAR QUEM NÃO TEM DIREITO, e estão a tirar lugar aqueles que realmente merecem, vamos tramar os “Chico-Espertos” que pensam ser mais espertos que o sistema.

Acho que é melhor que ir para Lisboa.

PS: “Será que metade - eu não vou ser mau, e vou só dizer 50 % - sabia realmente ao que ia? – Fica a pergunta.

quinta-feira, 18 de novembro de 2010

Desemprego tecnológico

Todas as revoluções industriais acarretaram acentuado aumento da produtividade de trabalho e, em consequência, causaram desemprego tecnológico. Grandes milhões de trabalhadores perderam as suas qualificações à medida a robotização permitia obter com menores custos maiores resultados produtivos que antes exigiam a intervenção directa do Homem.

Este novo conceito de desemprego tecnológico que cria mais produtividade com menos empregadores cria calamidades sociais que não devem ser menosprezadas.

Além da substituição do trabalho humano pelo do computador, parece provável a crescente transferência de uma série de operações das mãos de funcionários que atendem o público para o próprio automatismo. Na grande maioria das tarefa rotineiras, que exigem um repertório limitado de conhecimentos e, sobretudo, nenhuma necessidade de improvisar face a novas situações o cérebro electrónico mostra-se superior ao humano, tanto em termos de eficiência quanto de custos. Mas será isto sustentável pelo actual modelo Social e económico?

Com o aumento da produtividade coloca-se a questão: será que este aumento é concomitante com o aumento do poder de compra por parte da população? Quanto mais desempregados, menor é o poder de compra e daí advém o facto de haver um menor escoamento da produtividade. Então será que fica assim tão rentável às indústrias substituir a força dos seus trabalhadores por evoluções tecnológicas?

Os aumentos de produtividade permitem baixar os preços dos produtos e isso, sem dúvida, expande o seu consumo, mas raramente tanto quanto cai o emprego de trabalho na sua confecção. Por isso, o volume total de desemprego tende a aumentar.

Este novo fenómeno a uma escala quase global irá conduzir a crises financeiras e sociais cada vez mais intensas podendo conduzir a um desmoneramento do actual modelo social.

Para minorar estas calamidades, o estado deve criar diversos seguros sociais e comprometer a sua politica e economia, o mais próximo possível do pleno emprego.

ANDRÉ LACERDA