sexta-feira, 18 de março de 2011

Em 2010, 52% da electricidade consumida em Portugal teve origem em fontes renováveis


Meus amigos, tem vindo a lume alguns dados menos bons do Primeiro ministro, e compreendo que muitos de nós até achem imoral algumas das medidas... Dou o exemplo do IVA de 23% passar a 6% no sector do Golfe. É socialmente imoral, sim é... Mas devemos ver também quais as outras vantagens... e o porque dessa medida.

Mas não é isso que quero mostrar agora, é sim, está excelente noticia, para cada um de nós, para o pais em suma, para o mundo...

É importante estes dados e revelaram em mim um sentimento de esperança e fé...

Afinal nem tudo o que o Governo tem feito e Apostado é errado...

Vale a pena pensar nisto ;)

Um abraço


"Segundo informação estatística publicada pela Direcção-Geral de Energia e Geologia (DGEG), o total da potência renovável instalada em Portugal atingiu os 9.490 MW, no final de Dezembro de 2010. Este aumento de potência relativamente ao mês anterior verificou-se com a entrada em funcionamento de três novas centrais, duas eólicas e uma de biogás e ainda com o reforço de potência em quatro das centrais eólicas já existentes.

De acordo com o mesmo relatório, a produção total de energia eléctrica, a partir de fontes de energia renovável (FER), cresceu 52,2% em 2010, relativamente a 2009. Para este crescimento contribuiu fortemente o comportamento da sua componente hídrica que cresceu 84% em 2010.

A produção eólica, em 2010, cresceu 21% relativamente a 2009. À semelhança do que sucedeu com a produção hídrica, a produção eólica cresce acentuadamente no 1º semestre (+49%), enquanto no 2º a produção é sensivelmente igual à registada no período homólogo do ano anterior.

No que se refere à potência instalada eólica, foi praticamente atingida a meta inicialmente prevista de 4.000 MW instalados no final de 2010.
No total, em 2010, mais de metade (52%) da electricidade consumida em Portugal teve origem em fontes de energia renovável. Para efeitos de directiva “renováveis”, este valor corrigido situa-se nos 50,1%.

Fonte: Dados da DGEG "

sábado, 12 de março de 2011

TDT - Televisão Digital Terrestre

Actualmente, quem vê gratuitamente os 4 canais de televisão recebe as suas emissões através de uma antena que capta um sinal analógico.

A Televisão Digital Terrestre, TDT, é uma nova tecnologia de teledifusão terrestre em sinal digital, permitindo uma utilização mais eficiente do espectro radioeléctrico. A qualidade de imagem e som é bastante superior e oferece funcionalidades avançadas ao utilizador.

Em 2012, data de switch-off (desligamento), o utilizador da televisão “tradicional” necessitará obrigatoriamente de dispor do equipamento apropriado à recepção do sinal digital para continuar a ter acesso aos canais nacionais de televisão em sinal aberto.

Se tem TV paga, e todos os seus televisores estão ligados ao serviço de televisão por subscrição, não tem de aderir à TDT, uma vez que continuará a usufruir desse serviço, conforme contratado com o seu prestador.

Caso não seja subscritor de TV paga, ou seja, tiver apenas os 4 canais e possuir uma TV compatível com a tecnologia DVB-T e com a norma MPEG-4/H.264 basta sintonizar o sinal digital na respectiva televisão. Se não for subscritor de TV paga nem tiver uma TV que obedeça às condições referidas, terá de adquirir um descodificador ou uma televisão já preparada para o TDT. Há situações em que, dada a idade avançada do televisor, poderá ser mais vantajoso adquirir um novo que investir num descodificador!

Para verificar a cobertura na sua morada, clique aqui.

Se tiver dificuldades na sintonização, clique aqui.

Para contactar um instalador na zona de residência, clique aqui.

Se tiver dúvidas pode contactar gratuitamente o 800 200 838 ou http://tdt.telecom.pt/

A TDT é gratuita e obrigatória! Apenas tem de garantir que tem equipamento apropriado!

quinta-feira, 10 de março de 2011

Governo isenta de taxas as PME inovadoras e 'Start-Ups'

O Conselho de Ministros aprovou hoje um diploma que isenta do pagamento de taxas as PME Inovadoras e 'Start-Ups'.

"Esta medida consiste em dispensar de pagamento qualquer taxa e emolumentos da Administração Central as PME inovadoras e PME de jovens empreendedores, as chamadas Start-Ups", durante um ano, explicou o secretário de Estado da Presidência, João Tiago Silveira, no habitual ‘briefing' após o Conselho de Ministros.

Estas empresas ficarão assim dispensadas de pagar o registo comercial, registo predial, registo da frota automóvel e registo da marca ou da patente.

Além disso, também não pagarão as taxas envolvidas no licenciamento de uma actividade industrial, taxas cobradas pelos serviços prestados pelo Instituto Português da Qualidade para controlo dos instrumentos de medição e taxas cobradas pelo Instituto da Mobilidade e dos Transportes Terrestres.

Segundo Tiago Silveira, com as dispensas destes pagamentos, as empresas podem poupar cerca de "mil euros durante um ano", tendo em conta uma empresa "normal".

Para usufruir da isenção destas taxas as PME Inovadoras têm que reunir três condições: que nos últimos três anos tenham realizado despesas de investigação e desenvolvimento, mantido ou aumentado o número de trabalhadores no seu quadro de pessoal e aumentado o volume negócio em valor médio igual ou superior a 5%.

Já quanto às Start-Ups' são necessários dois requisitos: que sejam constituídas por jovens empresários e que tenham realizado um investimento significativo em investigação e desenvolvimento.

Questionado sobre o montante mínimo de investimento em desenvolvimento e investigação, o secretário de Estado adiantou que esse valor será agora definido entre os vários ministérios.

terça-feira, 1 de março de 2011

Autarcas- "think out of the box"

O modo de actuar dos autarcas Portugueses precisa de mudar. A verdade é que o tempo das obras e dos cimentos já lá vai, e é urgente outro tipo de postura e de visão.
Necessitamos de autarcas pró-activos, que procurem as empresas, que lhe oferecem condições que diferenciadoras, que promovam as potencialidades do seu concelho. Que se metam num avião, ou num carro e vão até Lisboa, Madrid, Barcelona,Londres, Paris ou outra capital captar o investimento. É preciso pensar diferente, numa altura de vacas magras. Não se podem limitar ao que os antigos autarcas faziam. O mundo é uma aldeia, e uma terra do interior pode captar investimento da Alemanha, Inglaterra, Brasil ou de outro país qualquer.
Não sejam como os velhos do Restelo, que se queixam, ou ficam à espera do governo.

Agora,também não é compreensível, que quando um município como Mangualde capta investimento privado, para um projecto turístico, as criticas surjam, ainda por cima sem conhecimento do projecto.

quinta-feira, 24 de fevereiro de 2011

ESPERA

Horas, horas sem fim,
pesadas, fundas,
esperarei por ti
até que todas as coisas sejam mudas.

Até que uma pedra irrompa
e floresça.
Até que um pássaro me saia da garganta
e no silêncio desapareça.


Eugénio de Andrade

sexta-feira, 4 de fevereiro de 2011

Registo e declaração online de IRS

A partir do próximo ano, os pensionistas vão passar a receber a declaração de IRS pela Internet. Este é o último ano que a Caixa Geral de Aposentações fornece em papel a declaração das pensões e deduções para efeitos de IRS. Os pensionistas vêm-se, assim, obrigados a usar a Internet e, para isso, terão de estar previamente registados no site. A medida permite uma poupança de 200 mil euros, burocracias e papel.
Esta medida afectará uma classe idosa com baixo nível de escolaridade inerte a novas tecnologias, nomeadamente a que reside em meios rurais onde a escassez de meios de comunicação e conhecimentos tecnológicos básicos constituem um entrave. A maioria dos pensionistas do nosso interior não tem acesso a um computador em sua casa, não estão habilitados para, autonomamente, processar a informação online e a cobertura de Internet é débil ou mesmo inexistente em algumas povoações do concelho. Sem isso, a alternativa passa por recorrer a familiares ou vizinhos nesse auxílio ou a entidades como as Juntas de Freguesia que recentemente foram dotadas de equipamento para desempenhar essas tarefas.
Não se pode exigir que um idoso seja capaz de trabalhar em algo para o qual nunca foi ensinado e sem meios ao seu alcance. Desse modo, torna-se importante que as Juntas de Freguesia, a própria Câmara Municipal e outras entidades (Associações locais, por exemplo) tomem um papel de proximidade no auxílio aos pensionistas no registo e preenchimento online da declaração de IRS.